Eusébio foi o primeiro jogador de origem africana a despertar interesse dos europeus no início dos anos 60, e o primeiro negro a receber o prêmio da Bola de Ouro na Europa (1965).
Portanto, se hoje, Drogba, Samuel Etto, e outros negros africanos são tão valorizados por clubes europeus de primeira linha, devem muito a esse moçambicano.
Começou no Sporting de Lourenço Marques (atual cidade de Maputo), ainda em Moçambique, quando aos 18 anos, depois de uma disputa entre Sporting Lisboa e Benfica, o jogador foi comprado pelo clube da luz (Benfica).
O atacante encantou os torcedores graças à raça, velocidade, dribles curtos e um chute poderoso.
Pelo Benfica, foram impressionantes 320 gols em 313 partidas oficiais pelo clube.
Amigos boleiros e amantes do futebol, vejam no link abaixo um tributo à Eusébio, o Pantera Negra.
Seu ápice foi a Copa de 1966, quando levou Portugal ao terceiro lugar, eliminando inclusive o Brasil (então bicampeão mundial 58/62) em vitória de 3 x 1 ( dois gols de Eusébio). Na Copa de 1966 foram 9 gols no total.
Outra épica apresentação do Pantera foi na vitória sobre o poderoso Real Madrid na final da Copa dos Campeões de 1962, por 5 a 3, com dois gols de Eusébio. O clube madrilenho tinha nada menos que Di Stefano, Puskas, entre outros.
Seguem alguns número de Eusébio, rapidamente:
Gols: Benfica (320 gols em 313 partidas), Seleção Portugal (41 gols em 64 jogos).
Campeonatos: Campeão Copa Campeões 1962 (Benfica), 11 Campeonatos Portugueses pelo Benfica (1961, 1963, 1964, 1965, 1967, 1968, 1969, 1971, 1972, 1973 e 1975).
Para os atletas de hoje que preferem os contratos do que os títulos, repensem.
Eu, pessoalmente tive a honra de apertar a mão dessa lenda.
No início de 1992, eu com 14 anos, só pensava em futebol, fui com meu pai Clovito (ou Jabuti para os mais chegados), assistir em uma manhã de sábado aos jogos do Torneio Parmalat.
Na época, a empresa italiana estava entrando no futebol brasileiro com o Palmeiras e o Juventude.
Para promover a sua entrada , a empresa organizou, no Campo de Futebol do Ibirapuera, esse torneiro com Benfica (Portugal) e Parma (Itália), além dos dois clubes brasileiros.
Assistimos aos jogos, e depois como de "praxe", eu e meu pai fomos à porta dos vestiários. Eu queria ver o grande goleiro do Benfica, o belga Preud'homme, que na época era um dos melhores do mundo.
Quando chegamos em frente ao vestiário, Eusébio estava lá. Ele era da comissão técnica do Benfica. Meu pai o cumprimentou e me apresentou, descrevendo a sua trajetória e breve história. Eusébio, muito cordial, ficou batendo papo com a gente por alguns minutos até a saída dos jogadores do Benfica. Depois de ficar hipnotizado com a figura de Eusébio, peguei o autógrafo do Preud'homme e de outros jogadores do Benfica (incluindo Mozer, zagueiro brasileiro, que ainda jogava no time português).
No início de 1992, eu com 14 anos, só pensava em futebol, fui com meu pai Clovito (ou Jabuti para os mais chegados), assistir em uma manhã de sábado aos jogos do Torneio Parmalat.
Na época, a empresa italiana estava entrando no futebol brasileiro com o Palmeiras e o Juventude.
Para promover a sua entrada , a empresa organizou, no Campo de Futebol do Ibirapuera, esse torneiro com Benfica (Portugal) e Parma (Itália), além dos dois clubes brasileiros.
Assistimos aos jogos, e depois como de "praxe", eu e meu pai fomos à porta dos vestiários. Eu queria ver o grande goleiro do Benfica, o belga Preud'homme, que na época era um dos melhores do mundo.
Quando chegamos em frente ao vestiário, Eusébio estava lá. Ele era da comissão técnica do Benfica. Meu pai o cumprimentou e me apresentou, descrevendo a sua trajetória e breve história. Eusébio, muito cordial, ficou batendo papo com a gente por alguns minutos até a saída dos jogadores do Benfica. Depois de ficar hipnotizado com a figura de Eusébio, peguei o autógrafo do Preud'homme e de outros jogadores do Benfica (incluindo Mozer, zagueiro brasileiro, que ainda jogava no time português).
Nesse dia, descobri quem era Eusébio, e que os craques do passado são tão ou mais importantes que os atuais.
Seu último desejo, conforme imprensa portuguesa, é que o seu caixão dê a última volta no Estádio da Luz, em Lisboa. Pedido justo para quem tanto ganhou campeonatos neste estádio. Será uma bela homenagem!
Seu último desejo, conforme imprensa portuguesa, é que o seu caixão dê a última volta no Estádio da Luz, em Lisboa. Pedido justo para quem tanto ganhou campeonatos neste estádio. Será uma bela homenagem!
Seguem mais fontes de informação sobre o craque no wikipédia e website oficial da FIFA:
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